sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

OS "BICHOS"DA PAMPA

"não plantem arvores na pampa os aninais e a natureza agradecem"

Graxaim
Também conhecido como sorro campeiro(Pseudalopex gymnocercus)é um mamifero carnívoro da familia canídeos,a achodo os campos do Sul,no Paraguay,Norte argentino e no Uruguay(conhecido como zorro de la Pampas) .Também são conhecidos pelos nomes de graxaim-do-campo, guaraxaim e sorro.Chegam a medir 1 metro de comprimento,sua pele é cinza amarelada,e a cabeça marrom ferrugíneo,orelhas compridas e focinho afiado.Sai a noite,tento uma vida solitária só se encontram nas épocas de reprodução.Se casado escondesse em buracos de tatu e chega a se fingir de morto.Não deve ser confundido com uma raposa, animal do qual é um parente próximo
Está em extinção no estado do Paraná,pela caça de sua fonte de alimento,a destruição da mata nativa,a agricultura como:soja e pinus,chegam até a morrer de fome e o gado solto pelo campo destruindo o seu habitat.
Em Santa Catarina ,não existem muitos estudos,por não ser visto pelos moradores locais,esta sendo analisado por estudos.
\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\Traducion\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\
Graxaim
También conocido como la sonrisa de vaquero (Pseudalopex gymnocercus) es un mamífero carnívoro de la familia Canidae, los campos achodo do Sul, Paraguay, norte de Argentina y Uruguay (conocido como el Zorro de la Pampa). También se les conoce por los nombres de graxaim- y el país, y sorro.Chegam guaraxaim medir un metro de longitud, su piel es de color marrón amarillento cabeza gris y oxidado, largas orejas y hocico afiado.Sai la noche, trate de una vida solitaria se encuentran sólo en tiempos de casados reprodução.Se escondidos en agujeros y llega de armadillo pretender morto.Não debe confundirse con un zorro, un animal que es un pariente cercano.

Está en peligro de extinción en el estado de Paraná, la búsqueda de su suministro de alimentos, la destrucción de bosque nativo, la agricultura como la soja y el pino, que incluso mueren de hambre y el ganado suelto en el campo mediante la destrucción de su hábitat.

En Santa Catarina, hay muchos estudios, al no ser vistos por los residentes locales, está siendo examinada por los estudios.


Jacaré-de-papo-amarelo
O jacaré-de-papo-amarelo (Caiman latirostris) é um jacaré típico da América do Sul. A espécie habita as florestas tropicais, preferindo áreas de baixada, com suas lagoas, lagos e rios. É um animal carnívoro que vive aproximadamente 50 anos.
São conhecidos por este nome pois, durante
a fase do acasalamento, estes animais costumam ficar com a área do papo amarelada.
Mede em média entre 1,5 m e 2,5 m mas já foram capturados exemplares com mais de 3,5 m. Caracterizam-se por possuírem uma mordida forte, podendo partir o casco de uma tartaruga com extrema facilidade.
Estes animais costumam se alimentar de crustáceos e pequenos mamíferos; eventualmente os exemplares maiores podem atacar presas maiores. Seu alimento principal são certos moluscos gastrópodes disseminadores de algumas moléstias nas populações ribeirinhas. Desta forma, nos ambientes onde o jacaré foi eliminado, cresce a incidência de barriga de água entre a população que reside próximo aos rios.
O acasalamento ocorre na terra ou em charcos com pouca água. A fêmea coloca em média, 25 ovos num ninho construído entre a vegetação, próximo à água, e cobre os mesmos com folhas secas e areia. Após a postura, a fêmea torna-se mais agressiva e nunca se afasta dos ovos, pois, estes podem ser predados por animais como o teiú, o quati e o guaxinim. Quando nascem, após cerca de 75 dias, os filhotes se dirigem rapidamente para a água, fugindo de predadores como gaviões e outras aves.
Ema As emas (também chamadas de nandu e nhandu) são aves da família dos reídeos (latim científico: Rheidae), que é constituída por apenas um gênero, Rhea, do qual são identificadas apenas duas espécies, cujo habitat se restringe à América do Sul. Têm a peculiaridade de serem os indivíduos masculinos os responsáveis pela incubação e o cuidado com os filhotes.
Uma das duas espécies, a Rhea americana, é considerada a maior ave brasileira. Apesar de possuir grandes asas, ela não voa. Usa as asas para se equilibrar e mudar de direção na corrida.


Características

A ema é a maior e mais pesada ave do continente americano. Um macho adulto pode atingir 1,70 m de comprimento e pesar até 36 kg. A envergadura pode atingir 1,50 m de comprimento
Apresentam plumagem do dorso marrom-acinzentada, com a parte inferior mais clara. O macho distingue-se por ter a base do pescoço,
parte do peito e parte anterior do dorso negros. Difere do avestruz por não apresentarem cauda e pigóstilo. Também não possuem glândula uropigiana. Ao contrário das demais aves, há separação das fezes e da urina na cloaca; os machos adultos possuem um grande pênis.
Possuem pernas fortes e pés providos de três dedos.

Alimentação

A ema é onívora, e a sua alimentação constitui-se de sementes, folhas, frutos, insetos, moluscos, lagartixas, rãs, entre outros. Caça moscas perto de carne em putrefação. Ingerem pedras para facilitar na trituração do alimento.

Vocalização

Durante o período de reprodução, o macho emite um urro forte, ventríloquo e bissilábico, lembrando um bramido de um grande mamífero, como o boi: "
bu-úp" ou "nan-dú". Vocaliza até mesmo durante à noite.
Os filhotes emitem assobios melodiosos que lembram o canto do inhambu-relógio.

Reprodução

O acasalamento começa em outubro, e o macho reúne um harém de 5 ou 6 fêmeas, escolhe um território e faz o ninho.
Cada fêmea pôr de 10 até 30 ovos. A incubação começa 5 a 8 dias após as fêmeas terem iniciado a postura.
Os ovos são brancos e pesam em torno de 600 gramas. Quando o ninho está cheio de ovos, o macho afasta as fêmeas e se responsabiliza por chocá-los. Os ovos abrem em seis semanas e todos no mesmo dia. Os que não abre são colocados fora do ninho. Os filhotes ficam a cuidado do pai e atingem a idade adulta em dois anos.
Um dos seus parentes mais próximos é o nandu-de-darwin.
A ema e muito vantajosa pois ela ocupa menos espaço que o bovino enquanto a vaca reproduz um bezerro por ano a ema reproduz de 10 a 30 ovos.

Subspécies
Há duas espécies e cinco subspécies de emas existentes atualmente (vide quadro ao lado), as quais não são facilmente distinguíveis entre si. Contudo, um dos principais traços de distinção é a mancha preta na garganta e a diferença na altura entre as subespécies.
  • Rhea americana amer icana, centro e nordeste do Brasil
  • Rhea americana intermedia, Uruguai e extremo sul do Brasil
  • Rhea americana nobilis, leste do Paraguai
  • Rhea americana araneipes, oeste do Paraguai, leste da Bolívia e região do pantanal, no Brasil
  • Rhea americana albescens, planícies da Argentina (partes norte e leste do país), sul do Paraguai e sudoeste do Brasil

Rato-do-banhado

O Ratão-do-banhado (Myoc
astor coypus) é um grande roedor da fam
ília dos miocastorídeos, encontrado na América do Sul meridional. Pelagem marrom-avermelha
da, cauda longa e grossa, revestida por escamas e pêlos ralos, vivendo em banhados, lagoas e rios. Também é conhecido pelos nomes de caxingui, nútria e ratão-d'água.
Dorme durante o dia. Alimenta-se de capim, raízes e plantas aquáticas e herbáceas, tubérculos, folhas, grãos, carne e peixe.
O macho cuida dos filhotes no nascimento, protegendo e alimentando até a fêmea se recuperar.
Encontrado na América do Sul na Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai. No Brasil, na Região Sul, de São Paulo ao Rio Grande do Sul. Pode ser encontrado ao longo dos rios Pinheiros e Tietê, na cidade de São Paulo. Os ninhos são construídos com junco e casca de árvores em tocas de 1 metro
de comprimento.

Ninhadas de até 4 filhotes, vive 15 anos, pesa até 9 kg e pode medir 100 cm com rabo. Nada bem, mergulha mal e caminha bem devagar. Patas ágeis com 5 dedos, providas de membranas interdigital, o que facilita a
natação.
Pelagem bonita pois tem muito cuidado com ela. Com suas garras lava e penteia, esfregando as patas no canto da boca, onde é liberada uma substância gordurosa, e aí passa esse óleo no pêlo, que fica bastante brilhante.
Predadores: onças e jacarés.

Capivara
Encontrada em ceras áreas das Américas do Sul e Central, próximo a rios e lagos, a capivara (Hydrochoerus hydrochaeris) é o maior roedor herbívoro do mundo. Alimenta-se de capins e ervas, comuns em várzeas e alagados, e pode chegar a pesar até 80 kg.
No Rio Grande do Sul, é também conhecida por capincho ou carpincho.
É uma excelente nadadora, tendo inclusive pés com pequenas membranas. Ela se reproduz na água e a usa como defesa, escondendo-se de seus predadores. Ela pode permanecer submersa por alguns minutos. A capivara também é conhecida por dormir submersa com apenas o focinho fora d'água.
No Pantanal, seus principais períodos de atividade são pela manhã e à tardinha, mas em áreas mais críticas podem tornar-se exclusiv
amente noturnas. Nas décadas de 60 e 70 as capivaras foram caçadas comercialmente no Pantanal, por sua pele e pelo seu óleo que era considerado como tendo p
ropriedades medicinais. Estudos posteriores indicam que pode haver, no mínimo, cerca de 400 mil capivaras em todo o Pantanal.
A capivara, como animal pastador, utiliza a água como refúgio, e não como fonte de alimentos, o que a torna muito tolerante à vida em ambientes alterados pelo homem
Nas regiões ao longo do Rio Paraná no sul do Brasil e norte da Argentina, as capivaras são freqüentemente capturadas e presa para criações em cativeiro ou para serem matadas como carne de caça.
Entretanto, no Brasil, esta prática tem de ser precedida de projeto e licenciada pelos órgãos de controle ambiental sob pena de configurar crime ambiental, já que a capivara é uma espécie protegida por lei.
Existem estudos para sua criação em cativeiro visando a produção de carne como substituto à caça predatória, mas ainda há poucos resultados práticos nesse sentido. Sua carne
tem sabor parecido com do porco e é mais magra porém tem sabor picante.

Papa-moscas-do-campo

O papa-moscas-do-campo (Culicivora caudacuta) é uma ave da família Tyrannid
ae, a única espécie do género Culicivora, que habita d
a Argentina e Paraguai ao Mato Grosso, Goiás, oest
e da Bahia, Maranhão, Distrito Federal, São Paulo e Paraná, além de algumas áreas na Bolívia. É uma ave campestre que habita os capinzais altos, úmidos ou secos, a meia altura nos colmos e se
alimentam de insetos, vivendo em pequenos bandos. Está ameaçado por perda de habitat.
Possui uma cauda longa e estreita, com dorso marrom claro com listras pretas, o peito é amarelo claro e o alto da cabeça preto.

Quero-quero
(Vanellus chilensis), também conhecido por abibe-do-sul ,tetéu, téu-téu, terém-terém e espanta-boiada,pertencendo a família dos Charadriidae.É uma ave do tamanho de uma perdiz e é caracterizado pelo colorido cinza-claro ornado preto na cabeça.A barriga branca e a asa tem verde metálicas.Tem um penacho na região superior a cabeça;os bicos,os olhos e as pernas são avermelhadas e tem um par de esporões ósseos de 1 cm perto das asas.Não há dimorfismo sexual.Mede em torno de 37cm de altura e pesa menos que 300g



Distribuição Geográfica

O quero-quero é uma ave típica da América do Sul, desde a Argentina e leste da Bolívia até a margem direita do baixo Amazonas e principalmente no Rio Grande do Sul, no Brasil.Vive nas grandes campinas úmidas e os espraiados dos rios e lagoas.

Dieta

O quero-quero se alimenta de invertebrados aquáticos e peixinhos que encontra na lama. Para capturá-los, ele agita a lama com as patas para provocar a fuga de suas presas.
Reprodução
Os ovos são postos durante a primavera em um ninho feito no solo. Para não rolarem, os ovos têm um formato semelhante a um pião. A casca é pintada com manchas escuras que favorecem a camuflagem em meio à grama alta. Ambos os pais protegem o ninho. Uma das táticas adotadas pela ave é fingir estar ferida quando algum intruso se aproxima do ninho. Outra tática é ir se afastando e levando para longe eventuais agressores do ninho. O macho é agressivo e ataca qualquer criatura que ofereça perigo.

Hábitos

O quero-quero é sempre o primeiro a dar o alarme quando algum intruso invade seus domínios. É uma ave briguenta que provoca rixa com qualquer outra espécie habitante da mesma campina.

Tatu
O tatu é um mamífero da ordem Xenarthra, família Dasypodidae, caracterizado pela armadura que cobre o corpo. Nativos do continente Americano, os tatus habitam savanas, cerrados, matas ciliares, e florestas secas. Têm importância para a medicina, uma vez que são os únicos animais, para além do homem, capazes de contrair lepra, sendo usados nos estudos dessa enfermidade.
Os tatus também são de grande importância ecológica, pois são capazes de alimentar-se de insetos (insetívoro) contribuindo para um equilibrio de populações de formigas e cupins.
Quando estes animais são caçados pelo seu valor cinegético (caça
para alimento) acaba por se desequilibrar o ecossistema pois se extermina um controlador natural de insectos, favorecendo o aumento destes invertebrados, resultando em problemas econômicos para a região.
Quando se protege de outros predadores, o tatu enrola-se, formando uma bola de armadura quase indestrutível. Nem um atropelamento de um veículo consegue perfurar a espessa armadura que o cobre.

Classificação

  • Família Dasypodidae: tatus
  • Subfamília Chlamyphorinae Gênero ChlamyphorusPichiciego-grande, Chlamyphorus retusus
  • Pichiciego-menor, Chlamyphorus truncatus

  • Subfamília Dasypodinae Gênero Cabassous
  • Tatu-do-rabo-de-porco, Cabassous centralis
  • Tatu-de-rabo-mole-do-chaco, Cabassous chacoensis
  • Tatu-de-rabo-mole-grande, Cabassous tatouay
  • Tatu-de-rabo-mole-comum, Cabassous unicinctus,Gênero Chaetophractus
  • Tatu-peludo-dos-andes, Chaetophractus nationi
  • Tatu-peludo-chorão, Chaetophractus vellerosus
  • Tatu-peludo, Chaetoph ractus villosus Gênero Dasypus
  • Tatu-mulita, Dasypus hybridus
  • Tatu-de-quinze-quilos, Dasypus kappleri
  • Tatu-galinha, Dasypus novemcinctus
  • Tatu-peludo-peruano, Dasypus pilosus
  • Tatu-dos-llanos, Dasypus sabanicola
  • Tatu-galinha-pequeno, Dasypus septemcinctus Gênero Euphractus
  • Tatu-peba, Euphractus sexcinctus Gênero Priodontes
  • Tatu-canastra, Priodontes maximus Gênero Tolypeutes
  • Mataco, Tolypeutes matacus
  • Tatu-bola-da-caatinga, Tolypeutes tricinctus Gênero Zaedyus
  • Pichi, Zaedyus pichiy

Veado campeiro

O veado-campeiro (Ozotoceros bezoarticus) encontrado em grande parte da América do Sul, ao sul da Amazônia.Medem cerca de 1 metro de comprimento, com pelagem dorsal marrom, contorno da boca, círculo ao redor dos olhos e barriga brancos e galhada com três pontas e cerca de 30 cm de altura.

Hábitos

Este veado é encontrado mais comumente sozinho ou em grupos de até três animais.
São animais extremamente ágeis, podendo correr a 70 km/h e pular obstáculos sem diminuir a velocidade. Os saltos são suficientes para cruzar pequenos rios e nadam com facilidade.
A hierarquia social é determinada através de disputas nas quais os machos empurram seus adversários com os chifres, numa prova de força. Esta disputa não tem por objetivo perfurar o oponente e o dano mais comum é a quebra de algumas pontas; porém podem ocorrer casos de perfuração.
Sua população está bastante reduzida por causa da caça, da febre aftosa (transmitida pelo gado), das queimadas e da perda do habitat natural, decorrente da ocupação agropecuária da pampas. Ironicamente, muitos fazendeiros culpam o veado pela disseminação da febre aftosa e acabam abatendo o animal para proteger o gado.
Alimentam-se essencialmente de gramíneas, alecrim-do-campo, o assa-peixe, o capim-favorito e vagens de barbatimão e desprezam os capins mais adequados para o gado.
Existem três subespécies de veado-campeiro:
  • O. bezoarticus bezoarticus - Campos do Brasil Central para o sul até o Uruguai
  • O. bezoarticus leucogaster - Sudoeste do Brasil, na região do pantanal
  • O. bezoarticus celer - nos pampas da Argentina.
As populações das três subespécies não estão em contato.
O nascimento dos filhotes ocorre quando existe uma maior oferta de alimentos,  ou após as queimadas naturais, épocas em que ervas, gramíneas e arbustos começam a rebrotar.

Lobo guará

O lobo-guará ou guará (Chrysocyon brachyurus) é o maior canídeo da America do Sul.Está localizada geográficamente pelo sul do Brasil,Paraguay,Peru e Bolívia a leste dos Andes,e extinto no Uruguay e talvez na Argentina,é considerado uma espécie ameaçada. O Brasil abriga o maior número de animais; dos cerca de 25.000 indivíduos da espécie, cerca de 22.000 estão em território brasileiro. Os biomas de sua ocorrência no Brasil são:Cerrado,Pantanal,Campos do Sul , parte da Caatinga e Mata Atlântica.
A espécie não está ligada a nenhum outro gênero de canídeos e aparentemente é uma relíquia da fauna plistocênica da América do Sul, que desapareceu após a formação do Istmo do Panamá.

Características

O lobo-guará mede cerca de 1 metro no ombro e pesa entre 20 e 25 kg. A sua pelagem característica é avermelhada por todo o corpo, exceto no pescoço,lombo, patas e ponta da cauda que são de cor preta,podendo na ponta da cauda,das orelhas e do papo ser da cor branca. Ao contrário dos lobos, esta espécie não forma alcatéias e tem hábitos solitários, juntando-se apenas em casais durante a época de reprodução.

Reprodução

A gestação dura em média 65 diase resulta em ninhadas de até seis crias sendo dois o número médio de crias que nascem entre junho e setembro. Os filhotes nascem pretos, com a ponta da cauda branca e pesam entre 340 gramas e 410 gramas. Sua maturidade sexual acontece com um ano de idade. o lobo guará tem seus filhotes somente no mês de junho e quando nascem a fêmea não sai da toca e é alimentada pelo macho.

Dieta

O lobo-guará caça preferencialmente de noite e ataca pequenos mamíferos roedores e aves, mas a sua dieta tem uma forte componente omnívora. Estes animais são bastante dependentes da lobeira (Solanum lycocarpum) e estabelecem com esta planta uma relação simbiótica: sem os frutos da lobeira o lobo-guará morre de complicações renais causadas por nemátodos, e em contrapartida tem um papel fundamental na dispersão das sementes desta planta.
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6 comentários:

  1. oi, sou professora de zoologia dos cordados e moro em Estrela de Alagoas - Al (sertão alagoano). minha cidade é conhecida também como bola, pois aintigos moradores afirmam que era comum tatu bola na região.....moro a 3 anos aqui e nunca ouvi falar de alguem vivo que já viu essa espécie meu sogro tem 75 anos e nunca tinhaaaaaaaaa visto. Como tb sou professora na rede estadual e muitos alunos são da zona rural lancei a proposta de tentar encotrar esses animais para tentar criar em cativeiro. Hoje (25/07/10)às 10h um aluno meu da serra do bernadino me trouxe 3 filhotes machos!!!!!!!!!!!!!!! estou super empogada vou montar ONG e quero tentar criar em cativeiro!!!! perciso de ajuda informações!!!!!!!
    mirlenekelly@hotmail.com.br

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  2. musica muito boa uma linda milonga e paisagens muito bonitas

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  3. Respostas
    1. este site e muito legal, graças a ele consegui fazer meu trabalho

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    2. Fico muito feliz e grata por ter lhe ajudado com meu blog e se estiver procurando mais matéria sobre a cultura gaucha é só me pedir que eu postarei! Gracias Luana.

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  4. muito bom o site oi babaquite.com.retardardo

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