sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Martín Fierro

O Gaúcho ( Martín Fierro) foi um poema escrito por José Hernández,uma obra muito conhecida na Argentina.Sua primeira publicação foi em 1872 com o título "El gaucho Martín Fierro,com sua continuação com "La vuelta de Martín Fierro"em 1879.
Foi dessa forma que o autor conseguiu que as pessoas escutacem suas propostas a favor dos gaúchos.O livro conta a historia de um gaucho indepentente,heróico e sacrificado dos habitante dos pampas,caracterizado como o verdadeiro caráter argentino,algo de diferencio os interesses políticos vigentes na época de Hernández.Martín Fierro ao contrario dos outros livros escritos em espanhol,foi escrito exatamente como os gaúchos falavam
O escritos Leopoldo Lugones,na sua obra El payador diz que o poema é considerado "o livro nacional dos argentinos"e reconheceu como o gaucho símbolo da argentinidade.Ricardo Rojas diz representar o clássico argentino por excelência.Deixando de ser o gaucho "fora-da -lei" para se tornar o herói nacional.Leopoldo Marechal,no filme del "Martín Fierro"buscou-lhe uma interpretação alegórica.José María Rosa em "Martín Fierro"a interpretação da história argentina.
Este livro foi traduzido em mais de 30 idiomas.
Análise de "Martín Fierro"
"O gaúcho Martín Fierro" passou a ser considerada – além de um clássico e expoente máximo da literatura daquele país – patrimônio cultural da Argentina. Isso, por narrar ao longo de 395 estrofes-sextilhas a vida de um gaúcho da região dos pampas, com estrofes recheadas por um vocabulário popular, que expressa seus sofrimentos, indignações, contestações, esperanças etc.
Ao longo de seus 13 capítulos, Hernandéz nos conta a história de um gaúcho que "perde sua liberdade" ao ser convocado à força para servir ao exército . Sendo vítima de inúmeras arbitrariedades de seus superiores, em pouco tempo se transforma em um desertor e, depois, ao regressar para casa, descobre que esta havia sido destruída e sua família tinha desaparecido. Tomado pelo desespero, o desertor, e também payador ("trovador"), se une aos índios e se torna um fora-da-lei. O sargento Cruz, que o persegue, acaba por se tornar seu grande amigo e, ambos partem em busca de um lugar para viver em paz, na esperança de um dia poderem rever seus entes queridos. Porém, a sorte não os ajuda e vêem-se cativos de índios selvagens.
Escrito sob uma métrica octassilábica e composta por sextilhas, brotam do poema de Hernandéz elementos líricos e satíricos sob uma perfeita unidade entre forma e conteúdo, que sintetizam da forma mais magnífica a representação de um homem em uma dada época e lugar.
O ponto-chave da obra está intimamente ligado à exaltação da figura do gaúcho rebelde, e sumariamente, às questões universais que o circundam, como a vida, a morte, a injustiça, o sofrimento, a crueldade, a violência, a liberdade e o destino de um homem. Proclamando, com isso, uma espécie de literatura popular independente dos modelos empregados na literatura daquele momento.
Contexto histórico em que Hernandéz compõe a obra "O Gaúcho Martín Fierro"
No século XIX, na Argentina, uma ruptura definitiva veio com a revolução de 25 de maio de 1810 e, a independência formal em 9 de julho de 1816, fazendo brotar uma guerra civil que perdurou por anos. Os federalistas, do interior, exigiam autonomia provincial, enquanto que os unitaristas, de Buenos Aires, defendiam um governo forte e centralizado na capital. É nessa dialética angustiantemente tensa entre a capital e o interior nativista, que se criam certas "diretrizes na literatura da Argentina".
Após um tirânico governo do caudilho e suposto federalista Juan Manuel de Rosas, prevaleceu o unitarismo portenho, impulsionando uma nova era de crescimento e prosperidade com a constituição de cunho unitarista de 1853, que prevalecia na adoção de um modelo primário-exportador, no qual o cultivo de cereais e a criação de ovelhas tiveram um papel preponderante. Deve-se também ressaltar que a imigração européia em massa, os volumosos investimentos estrangeiros e o superávit da balança comercial foram os pilares do novo liberalismo impulsionados por tal constituição.
Em 1852, o unitarista Domingo Faustino Sarmiento integrou o chamado Ejército Grande que derrubou Rosas sob a liderança de Justo José de Urquiza. Porém, Sarmiento logo rompeu com este aliado. Na década de 1860, Sarmiento , que compartilhava do ideário "civilizatório" que buscava europeizar os países latino-americanos além de imprimir uma aversão ao gaúcho nativo e selvagem , tornou-se governador de sua província natal, San Juan e depois, embaixador da Argentina junto aos Estados Unidos da América. Enquanto exercia tal função, foi eleito presidente da Argentina para o período 1868-1874, e deu continuidade a política [[unitarista de imigração européia e negação à região interiorana.
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El gaucho (Martín Fierro) fue un poema escrito por José Hernández, una obra muy conocida en Argentina.Sua fue publicado por primera vez en 1872 bajo el título "El Gaucho Martín Fierro, con su secuela de" La vuelta de Martín Fierro "en 1879.
Así es como el autor hay gente escutacem sus propuestas a favor del libro gaúchos.O cuenta la historia de un gaucho Stand-Alone, el sacrificio heroico y el habitante de la pampa, caracterizado como el verdadero carácter de la Argentina, algo que diferenciar los intereses políticos predominantes en el momento de Hernández.Martín Fierro a diferencia de los otros libros escritos en español, fue escrito exactamente como los gauchos habló
Los escritos Leopoldo Lugones, en su libro El payador, dice que el poema es considerado "el libro de la Argentina dice nacional" y reconocido como el símbolo del gaucho argentinidade.Ricardo Rojas representa la excelência.Deixando clásico de gauchos argentinos que "fuera la "Ley para convertirse en el héroe nacional.Leopoldo mariscal en la película del" Martín Fierro "le trajo una interpretación alegórica.José María Rosa" Martín Fierro "interpretación de la historia argentina.
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2 comentários:

  1. Muito bom o blog, e pertinente. Parabéns!

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  2. Muito interessante,pois admiro e gosto de ler sobre histórias e aventuras de gaúchos,homens da pampa,bravos,corajosos,sempre com seu facão e poncho,à espera de um duelo...que com seus cavalos partem incertos sem saber para onde vão,mas sabendo o que querem.

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